![]() |
| Alimentação |
![]() |
| Ambientalismo |
![]() |
| Corrida de Aventura |
![]() |
| Escalada em rocha |
![]() |
| Escalada em gelo |
![]() |
| Light & Fast |
![]() |
| Mountain Bike |
![]() |
| Montanhísmo |
![]() |
| Saúde e Cuidados Médicos |
![]() |
|
Tecnologia dos Tecidos e Vestimentas |
Já foi um sistema muito empregado, principalmente na época em que era mais difícil conseguir os equipamentos. Hoje está em desuso mesmo por que não tem sentido insistir num sistema arcaico uma vez que temos uma disponibilidade muito maior de materiais e conhecimentos técnicos.
Apesar de tudo é o sistema de segurança simples e eficiente que pode vir a ser útil numa emergência. A sua montagem não exige o emprego de equipamentos, se não os mosquetões e cadeirinha. Nesse sistema, a corda ativa passa por um mosquetão no ponto de parada, devendo dar volta em torno da cintura (ou região das nádegas) do segurador e voltar para um outro mosquetão no ponto de parada.
Esquema do sistema americano de segurança. A corda em torno de cintura deve ser posicionada de tal forma que fique sobre o osso da bacia. Isso porque, no caso da queda, se a corda escapar para a região do abdomem, pode vir a ser bastante desconfortável para o segurador. Pode-se usar um mosquetão na cadeirinha para manter a corda no lugar.
Numa variação desse sistema, em vez de passar a corda em torno de cintura, pode-se também passar por um mosquetão conectado na cadeirinha. Obviamente o atrito do sistema é menor, exigindo assim, atenção redobrada do segurador. A vantagem desse método é o conforto.
Em qualquer um dos casos, a corda passiva deve ser segurada juntamente com a corda de retorno (que está entre o mosquetão conectado na parada e o corpo do segurador), pois acrescenta-se com isso um ponto a mais de atrito (corda com corda) no sistema
Al. dos Nhambiquaras, 946 - Moema - São Paulo - Tel.: (11) 5052-8082 |