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A primeira coisa a fazer é definir a sua atividade. Existem muitos locais que oferecem diferentes possibilidades de opções. Você deve definir exatamente aonde quer ir e o que vai fazer lá.
A segunda etapa consiste em avaliar o nível de exigência da atividade. Mesmo considerando uma prática que em tese é simples, como uma caminhada, andar num campo é muito diferente de atravessar regiões montanhosas. Também é muito diferente estar num trekking onde há abundância de água e possibilidade de pernoite em diferentes pontos ou estar num outro em que se tem que carregar a água do dia (ou até mais) com poucas opções para acampar.
Em terceiro, é necessário informar-se a respeito das características locais: sé faz frio ou calor; se é uma região chuvosa; quais as condições de terreno e coisas assim.
Com esses dados em mãos, você pode planejar a sua viagem: opção de atividade; rota (trilha, via de escalada, etc); tempo de permanência; tipo de comida, roupa, materiais de estrutura, etc.
Quanto mais precisas as suas informações e mais experiência você tiver, melhor pode ser o planejamento. É muito chato estar em atividade e começar a perceber que esqueceu isso ou aquilo. E cuidado: o peso extra sempre será um problema. Vai te cansar e tornar a atividade mais demorada e penosa. Procure ser eficiente. O superdimensionamento com um monte de materiais de reserva e coisas de uso duvidoso pode não ser uma boa idéia.
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